segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

REFAV - RETIRO ESPIRITUAL FONTE DE ÁGUA VIVA

      Paz de Cristo a  todos.
      Aconteceu nos dias  26 e 27 de Fevereiro de 2011 ,  o 1º  retiro intitulado como REFAV - Retiro Espiritual Fonte de Água Viva . Tivemos uma vigília e posteriormente pela manhã um aprendizado da palavra de Deus,  onde sem dúvida a presença de Deus foi real naquele local. 
     Convidamos as demais Mocidades do ministério Igreja do Monte para que participe do próximo REFAV.
      Segue abaixo as fotos do REFAV.
      

Hudson - Igreja do  Monte - Sede








Em  breve haverá o próximo REFAV.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

SEDE MEUS IMITADORES




        Uma das expressões do apóstolo Paulo que sempre me incomodaram foi sua afirmação enfática e repetida: “Sede meus imitadores como eu sou de Cristo.”

        Na verdade, acho muito presunçoso, talvez até mesmo arrogante, alguém fazer tal declaração.

        Aceitá-la da boca de Paulo não me parece tão difícil. Afinal, ele foi um apóstolo, ouviu a voz do Senhor, suas cartas foram inspiradas e estão inseridas no Texto Sagrado, viveu como poucos uma vida de intensa consagração, serviço e dedicação a Cristo, comprometeu-se até a morte com o Reino de Deus.

       Uma pessoa com as credenciais de Paulo poderia afirmar com certa segurança: “Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo.” Mas como alguém, com minhas credenciais, consegue fazer tal afirmação?

       Se não consigo fazer uma afirmação assim por falta de coragem, convicção, por achar que não sou uma imitação confiável de Cristo, surge outro problema, certamente mais grave: se não imito a Cristo, a quem imito?

        Sabemos que a vida não existe em si mesma, como uma realidade auto-suficiente, auto-criadora.

        Fomos criados, gerados. Temos desejos e ansiedades, gostos e vontades, e tudo isso expressa nossa natureza, reflete aquilo que somos.

        São nossos desejos que nos impulsionam, determinam escolhas, riscos e rumos. A vida é o reflexo de tudo isso, somos um espelho daquilo que desejamos.
        O apóstolo Paulo, ao falar da imitação de Cristo, assume a natureza da imagem de Deus na qual fomos criados.

        É a partir desta doutrina que ele afirma sua identidade e reage aos riscos da idolatria.

        No Salmo 115, o salmista diz que aqueles que fazem, confiam e adoram ídolos tornam-se semelhantes a eles.
        Refletimos aquilo que adoramos. O problema maior da idolatria não são os ídolos, mas a descaracterização daquilo para o que fomos criados.

        Paulo, em sua carta aos romanos, descreve com clareza alarmante o estado deplorável dos homens que trocaram a glória de Deus e passaram a adorar outros deuses, ídolos e a si mesmos.

        Esses homens, diz Paulo, perderam o juízo, a sanidade, tornaram-se loucos, insensatos, desumanos, depravados e perversos.

        Reflexos daquilo que adoravam. Fomos criados para adorar Deus e refletir sua imagem. Isto nos ajuda a rever nossa própria identidade.

        Paulo afirma que não pertence a si mesmo, que foi comprado por bom preço (1Co 6.20), que seu corpo é morada do Espírito Santo, que sua vida existe para glorificar Deus.

       Ao dizer “sede meus imitadores…”, Paulo não está pretendendo ser melhor, mais santo, mais puro, mais correto do que os outros.

       Não se coloca numa posição de destaque com a arrogância comum de líderes narcisistas. Ele apenas reconhece quem adora e diante de quem sua vida é vivida.

       Muitas vezes paramos de crescer porque esquecemos nosso destino, passamos a adorar outros ídolos, perdemos de vista a humanidade perfeita de Cristo, tornamo-nos reflexos de uma glória passageira, da nossa própria vaidade e egoísmo.

       É uma doutrina que mostra que a vida cristã é dinâmica, e não estática. Caminhamos em direção a Cristo ou retrocedemos em direção à apostasia.

       Ao dizer “sede meus imitadores…”, Paulo expõe sua vida, torna sua fé uma expressão pessoal e comunitária.
       Ele convida a Igreja a olhar para as transformações que o Evangelho fez em sua vida.

       Ele não é o tipo de pensador que esconde a dinâmica da vida, ou do teólogo que se esconde atrás da academia.

       A mente, para Paulo, não é um substituto para a vida. Ele se oferece como uma carta viva, um exemplo real.

       Ele abre sua vida à comunhão e aos afetos. Ele sofre porque vive o que ensina, porque é sincero e verdadeiro em sua pregação.

      O convite para imitá-lo é um convite para a comunhão, para andar junto, conhecer e ser conhecido, para seguir em direção a Cristo, amadurecer, amar, perdoar, crescer.

      É assim que Paulo entende a dinâmica da fé, a experiência com Deus, o significado da teologia e a importância da doutrina.

      Para ele, tudo isso desemboca numa vida mais humana, mais verdadeira, transparente, pessoal e relacionai.

      O propósito da espiritualidade cristã é o nosso crescimento em Cristo, nossa conformidade com Ele.

      O propósito da oração, das Escrituras, dos sacramentos, da comunhão dos santos, da adoração, da vocação e da missão é o de nos tornar mais semelhantes a Cristo.

      Ao afirmar “sede meus imitadores…”, Paulo rompe com qualquer forma de idolatria.

      Uma vez que imita Cristo, significa que não adora nenhum outro deus, que não reflete nenhuma outra glória, que não espelha nenhuma outra realidade que não seja Cristo.

      Para Paulo, a verdadeira experiência espiritual não consiste em sentir-se bem, provar sensações ou emoções arrebatadoras, buscar um ajuste social ou psicológico, mas em ser convertido e transformado por Cristo, em esquecer-se das coisas que ficaram para trás e seguir em direção ao prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Fp 3.13,14), em “chegar ao pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef 4.13).

      Para Paulo, não chegava a ser nenhum absurdo afirmar: “Sede meus imitadores como eu sou de Cristo.”

      Não havia nenhuma arrogância em suas palavras, nenhuma prepotência, apenas a certeza de que era a Cristo, e a nenhum outro, nem mesmo seus próprios interesses, que seguia.

      Tinha a certeza de que sua vida refletia a glória de Cristo, seus sofrimentos, sua alegria e seus propósitos.
      A segurança e a serenidade de que podia se expor, ser verdadeiro, pessoal, humano, afetuoso e simples em seus relacionamentos.

      Talvez a dificuldade de muitos em fazer esta afirmação é que temos desenvolvido uma espiritualidade menos pessoal e mais institucional, burocrática, acadêmica, racional.

      Buscamos mais experiências, informação, estruturas eclesiásticas, programas e sensações espirituais, e menos a Cristo e a transformação Nele.

      Refletimos mais o mundo com suas ambições, ansiedades, temores e ambigüidades do que a Cristo com seu amor, graça, perdão e salvação.

    “Sede meus imitadores como eu sou de Cristo” é a declaração daqueles que amam a Cristo, que seguem no caminho do discipulado, que não se interessam por nenhuma outra coisa que não seja Cristo e sua perfeita humanidade, que não desejam nada a não ser a comunhão com sua vida, sofrimento, alegria e glória.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

LIÇÕES DE VIDA - CHARLIN CHAPLIN



Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.

Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.

Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.

Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.

Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.

Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011




CULTOS DA ÚLTIMA HORA - O QUE FAZ UMA PESSOA A CULTUAR ESQUISITICES?





Cultos excêntricos

É incrível como as pessoas estão propensas a exercer fé nos mais estranhos tipos de deuses. Quando tocamos neste assunto, obviamente nos vem à mente alguns exemplos de cultos anormais, porém, os exemplos que seguem são tão excêntricos que desafiam os limites do que consensualmente denominamos de anormal. Vejamos:

  Culto à cebola

Existe um grupo em Paris, França, que cultua a cebola. É isso mesmo. Estamos falando de um legume, considerado pelos adeptos como "bulbo divino". A liturgia do culto é a seguinte: as pessoas se reúnem em volta de uma cebola e vão descascando-a lentamente, camada após camada, até chegarem ao talo, que, segundo crêem, é a parte mais importante do ritual.

O indivíduo que estiver em concentração e contemplar a sagrada gastronomia, alcançará a pureza espiritual.

Adoradores do umbigo

Este culto também gira em torno da meditação, sendo que, desta vez, o deus venerado é o ventre, ou melhor, o umbigo. Dentro do templo, com as portas fechadas e um ambiente repleto de incenso, sob um calor quase insuportável, o grupo (também francês) se concentra em seus próprios umbigos. Acreditam que, pela meditação profunda, poderão regredir, por meio do seu próprio cordão umbilical, até o umbigo de Adão, onde, dizem, encontrarão a paz do paraíso original.

Ingestão de excrementos

Algumas seitas esotéricas, para adquirirem o que chamam de qualidades místicas (como, por exemplo, poder, força física e espiritual), ensinam a beber a própria urina. Até mesmo o padre Joseph Dillon, 53 anos, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida (SP), ficou conhecido por dizer em entrevistas que a urina seria a "água da vida". Essas práticas irracionais, do ponto de vista bíblico e científico, têm levado muitos a crer que ingerindo urina conseguirão força espiritual. Inclusive, há até congressos internacionais sobre o assunto. Mas muitos não se contentam em "deliciar-se" somente com sua própria urina, preferindo também comer as próprias fezes, como é o caso de algumas seitas hindus.

Veneradores do sexo

"Nós temos um deus sexy, uma religião sexy e um líder muito sexy, com um grupo de jovens seguidores extremamente sexy. Se você não gosta de sexo, que vá embora enquanto pode". Esta é uma das doutrinas centrais da seita que ficou conhecida por muito tempo como Meninos de Deus, hoje Família do Amor.

Seu líder, que se identifica como MO, pregava o sexo livre, inclusive para a prática de um evangelismo que denominam de "pesca coquete". Defendem a prática homossexual e a prostituição. É o "vale-tudo" do sexo no recrutamento de adeptos. Por isso, a seita foi denunciada e perseguida em vários países e continua sob investigação da Polícia Federal.

Igreja da Eutanásia

De acordo com este grupo religioso, os problemas do mundo são todos causados pelo excesso de população. Então, a solução "óbvia" proposta seria a redução da população. Mas como? Pelo suicídio, eutanásia, sodomia, aborto e canibalismo. Como não poderia deixar de ser, esse grupo também professa fé em elementos extravagantes.

Crêem em extraterrestres e se dedicam a práticas mórbidas.

Adoradores da luz

Tal grupo possui um corpo de crenças doutrinárias essencialmente esotérico. Acreditam que não precisam mais comer. Segundo eles, "comida é veneno", por isso se "alimentam" exclusivamente da luz do Sol. Por outro lado, a rejeição ao nosso tipo de alimentação, como dizem, pode provocar um poder espiritual capaz de fazê-los ter visões de seres espirituais, além de viagens astrais.

Este ascetismo fanático tem levado alguns praticantes à morte. O pior de tudo é que tentam mesclar essa doutrina perigosa com os ensinamentos bíblicos, dizendo que Jesus também a praticava. Tais ensinamentos, contudo, são alheios à doutrina cristã.

Os seguidores da "Bíblia Branca"

A Igreja Mundial do Criador é um grupo racista fundado em 1971, na Flórida, por Ben Klassen, ex-corretor de imóveis. É um dos movimentos que mais crescem nos EUA, segundo o jornal The New York Times.

São partidários da filosofia de Adolf Hitler e possuem um livro chamado White Bible [Bíblia Branca], no qual pregam o ódio contra os judeus e os negros, e defendem a supremacia da raça branca.

Baseado nesta nefasta ideologia, Benjamin Nathaniel Smith, membro ativo de extrema direita da seita, que chegou a alterar seu nome para August Smith porque considerava seu nome "excessivamente judeu", assassinou um coreano, cinco judeus e três negros. A justificativa? Ele os considerava "pessoas sujas". A seita possui sites espalhados pela Internet, onde convida crianças para seu evangelho de horror.

Cultos às celebridades

Os termos "adorar" e "ídolo" possuem uma conotação estritamente religiosa. Contudo, em seus significados clássicos, foram sendo gradativamente alterados, pela mente popular, com o surgimento da mídia televisiva. Muitos fãs fanáticos de astros do cinema e do esporte têm mesclado a devoção pelo artista com a fé religiosa. Alguns destes ídolos estão sendo literalmente adorados nos altares de templos religiosos que lhes são dedicados. Vejamos alguns exemplos:

Idólatras de Elvis Presley

Parece que a frase "Elvis não morreu" é muito mais que um simples chavão, pelo menos para os fãs religiosos da "Igreja Presleyteriana".

A home page do grupo mostra desde testemunhos de graças recebidas de adeptos até os 31 mandamentos de Elvis. Tal igreja foi fundada em 1998, na Austrália, após a líder e fundadora, Anna, ter tido uma experiência mística com o rei do rock. E, hoje, conta com algumas congregações espalhadas pelos EUA e possui até um "teólogo", o dr. Edwards, responsável pela parte doutrinária.

Entre as muitas práticas esdrúxulas exigidas pelo grupo, destacamos as seguintes:

- Pelo menos uma vez na vida os adeptos deverão peregrinar até Graceland.

-Todos devem possuir em casa os 31 preceitos de Elvis, que incluem receitas de comida.

Devem incentivar, diariamente, as crianças a elogiar o cantor já falecido.

Mas os disparates não param por aí. Determinado sacramento, uma paródia da santa ceia, é feito com carne moída e pudim de banana. Os hinos, é claro, são alusões ao ex-roqueiro, e tudo isso recheado de muito rock-and-roll.

Veneradores de Raul Seixas

Talvez não tão organizado como o do roqueiro norte-americano, o raulseixismo é um movimento que está ganhando cada vez mais perfil de grupo esotérico. Em muitos fãs-clubes, já se perdeu o limite entre a admiração e a veneração. E não é para menos, pois Raul Seixas tinha tudo a ver com religião. Suas músicas só começaram a fazer sucesso quando o compositor, hoje bruxo (é assim que ele se autodenomina), Paulo Coelho passou a compô-las.

Noventa por cento das músicas de Raul faziam alusão a temas religiosos, principalmente esotéricos. Seu último trabalho recebeu o título de "A panela do diabo". "Chegar a ser parecido com religião é uma coisa meio sobrenatural", avalia a socióloga Juliana Abonizio. "Os raulseixistas realizam quase uma peregrinação rumo ao autoconhecimento [...] Para a Cidade das Estrelas, uma pousada terapêutica coordenada pelo Instituto Imagick, vão alguns dos fãs de Raul.

Não se trata de religião, mas as obras do cantor estão entre as bases do Imagick, segundo o presidente do instituto, Arsênio Hipólito Jr. Na pousada, o objetivo é intensificar a luz de cada pessoa, inclusive por meio da reprogramação mental".

Discípulos de Jedi

Mais de 70 mil pessoas na Austrália declararam ser seguidoras de Jedi. A religião foi criada baseando-se nos filmes de Star Wars, o famoso Guerra nas estrelas, de George Lucas, o "papa" da ficção científica hollywoodiana.

Talvez tudo não passe de uma brincadeira de fanáticos cinematográficos, que promoveram uma enxurrada de e-mails incentivando os fãs a votarem no censo religioso como seguidores de Jedi. Para que se tornasse uma doutrina, era preciso que dez mil pessoas professassem a "fé Jedi". Mas o caso vem surpreendendo as autoridades, já que 0,30% da população australiana diz acreditar em tal "força", a fonte de poder dos cavaleiros "Jedis".

O jedaísmo prega os princípios de algumas religiões, como, por exemplo, a busca pelo autocontrole e pela iluminação. Sua estrutura assemelha-se às filosofias orientais, mas com valores cristãos. Por isso, não será estranho se algum dia ouvirmos alguém orar a "Saint Luke Skywalker"!

Adoradores de Maradona

Torcedores argentinos fanáticos resolveram radicalizar. Promoveram o ex-jogador Diego Maradona, ainda em vida, de "rei" do futebol a "deus" de uma seita denominada "Igreja Maradoniana", também conhecida como "A Mão de Deus", uma referência ao gol que o atleta marcou em 1986 contra a Inglaterra. O grupo possui menos de mil adeptos. Foi fundado em outubro de 2002, em Paso Sport, na cidade do Rosário. O único objetivo é a exaltação de Maradona.

Já possuem um templo, um calendário religioso para marcar os eventos principais da vida do craque, que se dividem em a.D (antes de Diego) e d.D (depois de Diego), e alguns hinos. Para não se sentirem inferiores às outras igrejas, resolveram criar também sua própria "bíblia", intitulada "Eu sou o Diego do povo", uma biografia do ex-jogador.